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Sobre o projeto

A presente proposta constitui a continuidade e a ampliação das atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia criados pelo CNPq/FAPESP em 2008.
Naquela oportunidade, propusemos o desenvolvimento de um extenso programa de pesquisas básicas e clínicas para entender, isolar, cultivar e usar terapeuticamente, tanto em modelos animais como em humanos, as células-tronco somáticas e pluripotentes. Aquele programa de pesquisa também previa o estudo de células-tronco neoplásicas, em particular as associadas às leucemias e aos linfomas.
Considerando a evolução do conhecimento científico sobre as células-tronco neoplásicas que culminaram na proposta de um novo modelo de oncogênese (1, 2) segundo o qual existem múltiplas subpopulações de células-tronco tumorais (CTTs) que exibem maior ou menor dominância na massa tumoral ao longo da evolução da doença, decidimos nesta proposta isolar, cultivar e caracterizar células tumorais individuais (single cell analysis) e estudar o microambiente tumoral com o objetivo de melhor compreender os mecanismos intrínsecos e extrínsecos que levam a gênese do câncer. Adicionalmente, pretendemos realizar um grande esforço para o desenvolvimento de terapias inovadoras contra o câncer, incluindo a imunoterapia e a nanomedicina, que deverão originar estudos pré-clínicos e clínicos em uma variada gama de neoplasias. Leia mais.





Brasil pode ter instituto para estudar o câncer e novas abordagens terapêuticas

Um dos projetos enviados ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sugere a criação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular no Câncer (INCTC), que se aprovado, fará parte do programa do governo federal, agências de fomento e fundações de amparo à pesquisa que criou o INCT. Leia mais.




Em 2032, câncer será diagnosticado em 22 milhões de habitantes


A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou relatório que estimou a existência de quase 33 milhões de pessoas vivendo com câncer no mundo em 2012. O mesmo documento indica No mesmo ano, cerca de 14,1 milhão de novos casos foram diagnosticados e 8,2 milhões morreram com a doença. O número de casos diagnosticados deverá crescer 57% até 2032, chegando a 22 milhões de pacientes e 13 milhões de mortes. Leia mais.











 

 

 

Apoio: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/inctc/img/footer.png